como vencer a insegurança

Como vencer a insegurança? Dicas e ferramentas para começar hoje!

Nesse artigo, vamos desconstruir algumas ideias sobre o assunto, além de mostrar como vencer a insegurança com ferramentas práticas para colocar os seus projetos em ação!

Quantas vezes você já pensou em começar alguma coisa, mas se sentiu travado, acreditando que não seria capaz e cometeria algum erro pelo caminho?

Esse é o pensamento clássico por trás da insegurança, e um dos maiores ladrões de sonhos que precisamos enfrentar. Nesse artigo, vamos desconstruir algumas ideias sobre o assunto, além de mostrar como vencer a insegurança com ferramentas práticas para colocar os seus projetos em ação!

De onde vem a insegurança?

O medo de começar, na verdade, é o medo de errar. Se alguém tem a certeza de acertar, dar o primeiro passo não é um problema, mas ficamos inseguros ao pensar no fracasso.

Talvez na sua mente ele signifique rejeição, pois você errou num momento anterior e sentiu que as pessoas lhe julgaram, ou talvez signifique uma frustração consigo mesmo, acreditando que o erro define seu valor como indivíduo.

Na realidade, o fracasso não tem nada a ver com isso. Ele é apenas um resultado que nos diz como algo não deveria ser feito, todo o resto - o medo da rejeição ou da falta de valor - não está na falha, está em nós.

O medo de sofrer é pior do que o próprio sofrimento. [...] Nenhum coração jamais sofreu quando foi em busca de seus sonhos. Paulo Coelho.

Como vencer a insegurança: Erre rápido, aprenda rápido!

Só existe uma forma de evoluir o mais rápido possível em qualquer área da vida: cometendo erros. Essa é a postura de qualquer pessoa, e até mesmo de empresas que estão sempre avançando. Nas organizações, ela recebe o nome de “gestão orientada por dados” e tem como princípio básico eliminar o “e se?”.

“E se” é o pensamento por trás de toda insegurança. É aquela vozinha em nossa mente, que pergunta: E se eu falhar? E se eu não for bom o bastante? E se as coisas derem errado?

Podemos dizer que o oposto do “e se” é o “vamos ver”. Se não sabemos qual será o resultado de uma ação, então vamos ver o que acontece - em outras palavras - vamos agir e coletar dados.

A falha, aqui, não é uma definição de valor nem algo que faz as pessoas deixarem de te amar - é apenas uma forma de obter os dados que não podemos alcançar enquanto pensamos “e se”.

As coisas podem dar certo, e com isso nós vamos avançar, testando uma nova ideia, ou podem dar errado, e gerar informações melhores para usar na próxima tentativa. Percebe como, nessa visão, o fracasso nem existe?

Para começar, é preciso acreditar

Quando já estamos num ciclo de erros, aprendizagens e avanços é fácil continuar, pois vimos os resultados que essa abordagem trás e não queremos voltar de jeito nenhum para dentro da caverna, vivendo com medo de nos arriscar.

Por outro lado, muitas pessoas nunca se aventuraram para descobrir os benefícios de errar rápido e aprender rápido. Nesse caso, antes de mais nada elas precisam acreditar na possibilidade do seu sucesso. Quando acreditamos, a questão deixa de ser sobre como vencer a insegurança, e passa a ser sobre como alcançar o nosso objetivo.

Há uma história que fala sobre dois cães de caça, que foram em busca de um coelho. No primeiro dia, um deles viu o coelho de relance, mas o outro estava distraído e, quando olhou, o animal já tinha se escondido. Os dois retornaram da caça no fim de tarde, ambos sem coelho nenhum.

No dia seguinte, o primeiro cão saiu com a certeza absoluta de que poderia encontrar o coelho e procurou por toda parte, enquanto o outro parecia meio perdido, olhando para os lados sem ter muita direção.

O mesmo roteiro aconteceu no terceiro dia, e como foi mais longe, o primeiro cão encontrou uma pegada com o cheiro do coelho, confirmando que sua presa estava por perto.

Já no quarto dia, o cachorro que não viu o coelho, nem sua pegada, desistiu de procurar. Ele ficou em sua casinha, apenas olhando para os lados de vez em quando e esperando que por qualquer razão o coelho passasse ali perto.

Ele continuou assim por dias, enquanto o primeiro cão mantinha suas buscas - sempre fiel a ter visto o coelho, testando novas ideias, mas sem alcançá-lo.

Passaram-se mais duas semanas, até que um dos cães finalmente conseguiu capturar sua presa - e como era de se esperar, foi o primeiro cachorro, que viu o coelho e o procurou com uma intensidade cada vez maior.

Essa história pode ser resumida em duas frases, que você deve guardar com carinho e lembrar sempre que pensar em como vencer a insegurança:

  • Para começar, é preciso acreditar;
  • A persistência é um seguro contra o fracasso.

Hoje você não precisa conquistar a meta, basta ver o seu coelho e, com isso, ter a certeza de que pode chegar até ele. Em outras palavras, basta uma pequena vitória para mostrar a si mesmo que o seu sonho não é uma loucura, mas uma realidade esperando para ser construída.

Pense em alguém com medo de gravar vídeos, por exemplo. Se este for o seu caso, você não precisa começar fazendo uma live de 2 horas - só precisa dar um passo e ir mais longe do que já foi.

O seu passo pode ser a gravação de um vídeo curto, que você não vai postar, mas vai trazer alguma familiaridade com a câmera. Ele pode até ser tirar uma foto sua, se isso for algo que te deixa desconfortável.

Você também pode escrever uma frase de apresentação que usará em seus vídeos, passar algum tempo se olhando no espelho para se acostumar com o próprio rosto ou fazer um exercício para melhorar a dicção. 

Percebe como existem vários caminhos para dar o primeiro passo? Eles vão te dar uma visão de como será o futuro no qual você atinge o objetivo, além da confiança para avançar aos passos número dois, três, e assim por diante.

Tenha em mente que, ao subir um único degrau hoje, você estará mais alto do que ontem - e portanto, mais perto do objetivo. Não espere chegar até o fim da escada sem subir o primeiro degrau.

A rejeição não é um ponto final

A insegurança quase sempre vai estar ligada a algum tipo de rejeição vivida no passado. Alguém riu, disse que você não era bom o bastante, ou lhe fez se sentir mal de qualquer outra forma por errar; e talvez isso tenha feito você acreditar que a maioria das pessoas vai agir dessa forma.

O que eu acredito em relação a isso é que a maioria das pessoas quer ver as outras vencerem, mas é preciso pagar o preço.

Isso significa que não há como vencer a insegurança sem dar tudo de si.

Para entender melhor qual é o preço, imagine alguém que você admira profissionalmente. Pode ser um empreendedor, artista, esportista… a área não tem importância, basta que você dê valor aos resultados dessa pessoa.

Agora me responde com honestidade: você acha que ela, ao fazer o trabalho que faz, está meio que tentando conseguir algo, ou está dando cada gota de energia para conseguir?

E se você soubesse que ela obteve os mesmos resultados sem ter feito nenhum esforço, ou sem ter superado nenhuma rejeição, será que iria admirá-la da mesma forma?

Esse é o preço que devemos pagar para transformar as rejeições em vírgulas, apenas pausas no meio da narrativa. Elas só vão se tornar pontos finais se deixarmos a história acabar, sem escrever algo novo depois, e você tem o poder de escolha entre as duas opções.

A verdade é que ninguém vai torcer por alguém que não está dando tudo de si, mas quando você entrega o seu coração e a sua alma, mesmo que o resultado seja mediano, muitas pessoas vão olhar para o seu trabalho e desejar que ele seja cada dia melhor!

Como vencer a insegurança: 3 ferramentas básicas

Até aqui vimos qual é a mentalidade necessária para vencer a insegurança, mas e quanto às ferramentas? O que nós podemos usar na prática para obter essa vitória?

Existem três opções, complementares entre si - você não precisa escolher uma delas, e vai ter os melhores resultados se usar todas em conjunto!

1. Método

Um método é um conjunto de ações ordenadas que garantem, ou pelo menos aumentam as chances, de obter o seu resultado. Ele permite vencer a insegurança por te ajudar a manter o foco em cada passo. É como numa receita culinária: se você fizer tudo de acordo com o que está escrito, vai ter o prato desejado.

É claro que o seu forno pode estar mal regulado e queimar um pouco a receita, ou talvez você não tenha o medidor adequado e use valores aproximados, mudando o sabor. Isso não significa que o método falhou, apenas que você precisa fazer alguns ajustes para acertar a mão.

Hoje é muito fácil aprender quase tudo através dos métodos: outras pessoas já fizeram centenas de testes, investindo anos de suas vidas e errando na maioria das vezes, e você não precisa reinventar a roda, basta encontrar métodos comprovados, que já funcionaram para muitas outras pessoas.

O Movimento Transformacional, por exemplo, é um lugar onde você pode encontrar vários métodos: para se planejar, encontrar mais clientes, fortalecer a memória, e assim por diante…

Você só precisa entrar nos cursos e seguir o passo a passo, mas é importante evitar um erro comum ao aprender algo novo: assistir ou ler diversos conteúdos, pegar as informações por cima e ignorar os exercícios propostos.

Um método não é uma corrida para chegar ao final o mais rápido possível. Ele está mais para uma dança, na qual todos os movimentos tem o mesmo valor, e o objetivo não é apenas dar o último passo.

Faça anotações, revise os conteúdos e pratique as atividades conforme elas aparecem. O acúmulo de teoria sem prática é um alicerce para a insegurança, pois te leva a pensar em muitas coisas ao mesmo tempo, e não dá a certeza de que você pode fazer nenhuma.

2. Comunidade

As comunidades são grupos de pessoas diferentes com pensamentos e objetivos semelhantes. Elas nos fazem pensar e agir de certas maneiras, querendo ou não. Imagine que você tenha sido obrigado a passar um ano na Argentina, por exemplo. Mesmo que você não queira, vai aprender algo sobre espanhol pela simples convivência com as pessoas de lá.

Pense no quanto é poderoso fazer parte de um grupo onde as pessoas estão sempre tentando algo novo, e não se julgam pelos erros cometidos. São pessoas que você pode buscar para tirar dúvidas, comentar sobre as suas falhas e sucessos, ou aprender com as histórias delas.

O Movimento Transformacional também é um exemplo disso: já temos mais de 3.700 pessoas em nossa comunidade, e uma delas estará lá para te apoiar sempre que for preciso! A única coisa que ninguém pode fazer por você é assistir as aulas e aplicar os exercícios, mas se você cumprir essa parte do acordo, a comunidade vai te ajudar com todo o resto.

Busque uma comunidade com pessoas em três níveis:

  • Está na sua frente, já aprendeu um método, ou pelo menos partes dele, e agora pode ensinar;
  • Está no mesmo nível que você e testando coisas novas, pois ninguém pode testar todas as possibilidades por conta própria;
  • Vem atrás e precisa de ajuda, pois você pode reforçar o seu aprendizado enquanto ensina.

3. Mentoria

Mentores são pessoas com os resultados que você deseja alcançar, e disposição para ensiná-los. Podem ser pessoas próximas com quem você crie contato pessoal, mas também podem ser encontrados por meio de livros, cursos, mentorias pagas e afins.

Outra forma de obter mentoria é trabalhar para quem admiramos. Com essa relação, você colabora para que a outra pessoa suba a própria escada, e conforme ela avança, deixa um caminho aberto para você percorrer.

Antes de buscar seus mentores, é importante ter a clareza do papel que eles cumprem. Um mentor não vai fazer nada em seu lugar - a mentoria é um processo ativo, que só traz resultados se você aplicar os aprendizados.

Pense na relação entre um treinador e um atleta: o treinador pode dar todos os tipos de orientação, mas nunca vai entrar em campo e agir. No caso da mentoria isso é ainda mais verdadeiro, pois cada mentor também estará jogando as próprias partidas!

Conclusão

Não há como vencer a insegurança enquanto você ficar pensando no que pode acontecer SE você errar. Saiba que você VAI errar, e está tudo bem: a partir de agora, errar é o nosso objetivo. Nunca se esqueça de que a derrota não está no erro, está em ser parado pelo SE.

Para encerrar, eu quero que você cometa um erro hoje, fazendo um pedido que vai ter “não” como resposta. Quer uma dica? Vá até o Instagram do Movimento Transformacional e peça um favor a alguém que curtiu a nossa postagem mais recente. Deixe o “e se” de lado, e vamos ver o que acontece!

Artigo publicado em:
30/05/2022
foto romanni

Romanni Souza

Criador da Hipnose Transformacional, graduado em psicologia pelo Unipam, e pós graduado em neurociências pela PUCRS. Fundador do Instituto Romanni, com mais de 20 mil pessoas transformadas.

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